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Lula anuncia nova ofensiva para taxar fintechs após derrota no Congresso 💰🧵 Entenda argumentos, números e riscos para inclusão financeira.

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Lula anuncia nova proposta para taxar fintechs 💰 🧵 Após a rejeição de uma MP que elevaria impostos ao sistema financeiro no Congresso, o presidente disse que voltará a apresentar medidas mirando plataformas digitais de serviços financeiros.

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Contexto: a MP foi barrada no Congresso. Governo argumenta que taxar fintechs é forma de tributar os mais ricos e arrecadar recursos para políticas públicas voltadas aos mais vulneráveis. A disputa mistura fiscalidade e prioridades sociais.

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Números em jogo: bancos pagam 20% de CSLL; fintechs pagam hoje 9% ou 15,% dependendo do serviço. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apoia a medida, afirmando que a menor tributação cria concorrência desleal.

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Setor reclama de falta de diálogo: presidente de associação disse 'A gente não conseguiu falar com o Haddad'. Há preocupação real sobre como tributos podem afetar inovação, competição e democratização do acesso a serviços financeiros.

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Análise prática: tributar para reduzir desigualdade é legítimo, mas é preciso equilíbrio — alíquotas progressivas, transições para startups e regras claras evitam penalizar iniciativas que ampliam inclusão financeira. Regulação também combate concentração de mercado.

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O desfecho depende do Legislativo: sem a MP, o governo terá de apresentar novas propostas ao Congresso, onde a negociação política será determinante. Fato-chave para o debate: diferença de alíquotas (20% vs 9–15%) alimenta a disputa sobre justiça fiscal e concorrência.

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