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Pedido de R$160,5 bi do FGTS para habitação, saneamento e infraestrutura — o que isso significa para moradia, transparência e prioridades públicas? 🤔

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Governo pede R$ 160,5 bi do FGTS para 2026: R$ 144,5 bi para habitação — especialmente o Minha Casa, Minha Vida — e o restante para saneamento, mobilidade e infraestrutura, anunciou o ministro Jader Filho. Pedido vai ao Conselho Curador do FGTS. 🧵

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Contexto: o pedido é ~5% maior que os R$152 bi disponíveis este ano; em 2023 a verba foi R$66 bi. A tendência de aumento mostra prioridade na habitação, mas também revela dependência do FGTS para financiar políticas urbanas essenciais.

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R$144,5 bi para habitação significa pressão contínua sobre o fundo para sustentar crédito imobiliário. Questão crítica: essa fatia vai priorizar moradia social e acessível ou reforçar o mercado privado e a financeirização da casa própria?

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Saneamento, mobilidade e infraestrutura aparecem no discurso, mas a proposta carece de detalhamento público: quanto de fato irá para obras resilientes, saneamento básico e transporte sustentável? Transparência e critérios ambientais precisam estar claros.

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Governança importa: o Conselho Curador decide, mas é essencial haver participação social, metas de inclusão e cláusulas que protejam trabalhadores na construção, garantam unidades realmente acessíveis e evitem concentração de recursos em grandes construtoras.

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Reflexão final: o uso de R$160,5 bi do FGTS define prioridades — moradia digna ou estímulo ao crédito imobiliário em benefício de poucos? Fiscalização, transparência e critérios socioambientais vão dizer se o recurso vira direito social ou simples operação financeira.

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