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Alunos da Faculdade de Ciências Médicas da UPE suspendem atividades após fim das refeições gratuitas no CISAM — impacto na formação, na segurança e na equidade 🍽️⚖️

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Alunos de medicina da UPE iniciam greve após corte de refeições no CISAM 🍽️🧵 A unidade era a única do complexo que oferecia almoço gratuito aos internos; estudantes suspendem atividades acadêmicas em protesto. (1/6)

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A paralisação envolve estudantes da Faculdade de Ciências Médicas do Recife (UPE). Segundo representantes, o corte das refeições gratuitas no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros motivou a decisão. Alunos afirmam que a medida impacta rotina e subsistência dos internos.

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Impactos imediatos: perder o almoço durante plantões e aulas práticas pode comprometer rendimento, aumentar fadiga e agravar desigualdades — muitos internos dependem da refeição por limitações financeiras. O bem-estar estudantil influencia diretamente a formação clínica.

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Reivindicações claras: restauração imediata das refeições, transparência sobre os motivos do corte e abertura de diálogo com a reitoria. Estudantes pedem garantias de condições básicas para a formação — alimentação é elemento essencial para equidade no ensino médico.

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Contexto institucional: cortes em serviços de apoio estudantil expõem fragilidades na gestão e podem aprofundar desigualdades no acesso à educação médica. Soluções práticas citadas por representantes incluem reativação do refeitório, convênios ou bolsas alimentares temporárias.

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Reflexão final: a greve deixa claro que formar profissionais de saúde exige políticas que assegurem bem-estar e inclusão, não apenas infraestrutura. A resposta da UPE e do CISAM nas próximas horas será decisiva para retomar atividades e preservar justiça estudantil.

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