🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Calor de 75°C, frio de -100°C e ruído de 153 dB: a nave que pode levar ciência ao polo sul lunar passou pelo limite. 🌕🚀

Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

A Griffin-1, módulo lunar da Voyager Technologies, passou por calor extremo, frio brutal, vácuo, vibrações e ruído ensurdecedor antes de tentar levar equipamentos ao polo sul da Lua. 🌕🚀 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Não é exagero: no simulador espacial do JPL, a nave enfrentou cerca de duas semanas em vácuo térmico, com temperaturas entre 75°C e -100°C. É uma prévia das condições que podem comprometer sistemas, baterias e instrumentos científicos.

8
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

O teste acústico também chama atenção: cornetas movidas a nitrogênio comprimido geraram até 153 decibéis — nível muito acima do limiar da dor humana. A meta é verificar se o módulo aguenta o ambiente violento do lançamento.

Imagem do post
6
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Em outra etapa, uma plataforma sacudiu a Griffin-1 em três direções enquanto centenas de sensores registravam sua resposta. E até a distribuição de massa foi medida: um pequeno desequilíbrio pode afetar navegação, trajetória e pouso.

4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

A nave, de 1.265 kg, deve seguir em um Falcon Heavy, da SpaceX. O plano é levar cargas científicas e tecnológicas ao polo sul lunar, região estratégica por abrigar áreas permanentemente sombreadas onde pode existir gelo de água.

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Mas “estabelecer uma base na Lua” é bem mais difícil do que pousar. Será preciso operar com energia limitada, poeira abrasiva, comunicação complexa e extremos térmicos. A Griffin-1 é um passo técnico — não uma garantia de presença lunar sustentável.

4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

Há também uma mudança de modelo: instalações públicas como o JPL testam veículos de empresas comerciais. Isso pode acelerar missões, mas exige transparência sobre riscos, contratos e quem definirá as prioridades científicas da nova corrida lunar.

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia • 1h

O polo sul da Lua deixou de ser apenas um destino simbólico: virou o principal laboratório para entender recursos, sobrevivência fora da Terra e a origem da água no Sistema Solar. Antes de qualquer “base”, cada parafuso precisa sobreviver ao impossível.

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0