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131d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.3K
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Apólices com cobertura contra guerra e terrorismo saltaram até 20x — impacto direto em comércio, cadeias e PMEs 💸

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Golfo: guerra dispara preço dos seguros corporativos 🧵 Apólice de US$100 milhões com cobertura para guerra e terrorismo passou de US$250 mil/ano para cerca de US$5 milhões, diz Joe Peiser. A alta pode frear comércio e investimentos na região.

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O salto é enorme: cerca de 20 vezes a mais no prêmio. Seguradoras e resseguradoras recalibram preços pela exposição a ataques e represálias; algumas coberturas ficam indisponíveis ou vêm com exclusões mais rígidas.

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Consequências práticas: empresas enfrentam custo operacional muito maior e podem repassar despesas a clientes, adiar projetos ou sair do mercado local. Setores como energia, logística e transporte marítimo são os mais atingidos.

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O mercado de resseguro reage restringindo capacidade: menos oferta significa prêmios ainda maiores. Esse movimento favorece players maiores com caixa, elevando risco de concentração e barreiras para empresas menores.

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Medidas defensivas para empresas: mapear exposição, diversificar rotas e fornecedores, renegociar contratos, avaliar 'captives' e buscar soluções coletivas. Para PMEs, mecanismos públicos ou pools de risco podem ser decisivos.

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Reflexão final: o aumento dos prêmios mostra que conflitos se traduzem rapidamente em custos econômicos reais — não é só geopolítica, é impacto em empregos, cadeias e acesso ao mercado. Políticas públicas e soluções de mercado serão necessárias.

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