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Goldman Sachs e gigantes da tecnologia alertam portadores de H-1B sobre viagens internacionais — o impacto pode atingir centenas de milhares de profissionais 🌍

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Goldman Sachs orienta portadores de visto H-1B a evitar viagens internacionais por conta de uma nova política que pode cobrar US$100.000 por trabalhador ✈️🧵

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O cerne do problema: uma ordem presidencial sugere que empresas paguem US$100.000/ano por cada H-1B. Google, Microsoft e outros já emitiram avisos. Goldman pede que funcionários fiquem nos EUA e consultem a Fragomen para casos individuais.

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Quem é mais afetado? A mudança recai desproporcionalmente sobre profissionais indianos e firmas de serviços de TI que dependem da mobilidade global. Não é só custo: é barreira à carreira, diversidade e circulação de conhecimento.

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Do ponto de vista corporativo, a reação é clara: reduzir risco de perda de talentos e de rejeição na reentrada. Mas a solução tem custo — literal e estratégico. Empresas terão que escolher entre absorver despesas, reestruturar contratações ou mover trabalho para fora.

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Questão jurídica: a regra parece suscitar desafios legais e pressões políticas. Empresas e advogados de imigração já se mobilizam; decisões judiciais e pedidos de esclarecimento do governo são prováveis. Enquanto isso, trabalhadores ficam em limbo.

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Efeito geopolítico e no mercado de trabalho: restrições assim podem alterar fluxos de talento, impactar remessas e tensionar relações com a Índia. Em vez de resolver escassez de mão de obra qualificada, a medida pode apenas deslocar o problema.

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Reflexão final: estamos falando de centenas de milhares de vidas profissionais (≈600 mil H-1B). Políticas desse porte exigem equilíbrio entre segurança, competitividade e direitos trabalhistas — decidir no calor do anúncio pode custar mais do que imaginamos.

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