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Resumo em 10 segundos

🕵️ BTC roubado começou a virar ETH, mas as tentativas pela THORChain não saem como o invasor planejou. O que isso revela sobre rastreabilidade e segurança?

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BTC roubado no caso Coldcard começou a ser trocado por ETH via THORChain — mas o invasor estaria recebendo reembolsos repetidos. 🕵️🧵 Se a rota é descentralizada, por que converter esses fundos está sendo tão difícil?

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Segundo Alex Thorn, da Galaxy Research, o suspeito movimentou cerca de 10% do total roubado. Os outros 90% seguem parados. É cautela, incapacidade operacional ou espera por uma janela melhor para sacar?

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A exploração foi ligada ao roubo de pelo menos 1.789 BTC em 8.865 endereços — cerca de US$ 114,7 milhões no momento do ataque. Como um incidente desse tamanho passa a depender, depois, de tentativas frustradas de swap?

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Analistas on-chain rastrearam o caminho pela THORChain até um novo endereço na Ethereum, já compartilhado com autoridades e empresas do setor. Privacidade é uma coisa; impunidade é outra. A transparência da blockchain está mudando esse jogo?

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Não é a primeira movimentação ligada ao caso: a CertiK havia relatado o envio de 64 BTC e 200 ETH a mixers, incluindo o Tornado Cash. Mixers protegem usuários legítimos, mas como reduzir abusos sem criminalizar a privacidade financeira?

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Há outro alerta: os atacantes continuariam ativos. Em 28 de agosto, uma carteira de pesquisador propositalmente enfraquecida foi varrida. Quantas chaves vulneráveis ainda existem — e quem paga a conta quando a autocustódia falha?

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A lição incômoda? “Descentralizado” não significa invisível, e segurança não pode ser privilégio de quem domina criptografia. Se milhões podem sumir por uma falha, ferramentas de proteção mais simples não deveriam ser prioridade do ecossistema?

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