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Resumo em 10 segundos

Haddad garante que ajuste fiscal não passa pela venda de ativos — uma narrativa sobre metas, pressões do TCU e o que isso significa para a economia e para a sociedade 🇧🇷

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Haddad diz que o governo não está fazendo ajuste vendendo patrimônio 🧵 Na Conferência Itaú Macro Vision, em SP, o ministro reafirmou: metas fiscais para 2025 e 2026 serão perseguidas sem resortes fáceis. Vamos contar essa história passo a passo.

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Cenário: a LDO fixa meta de 2025 em resultado primário zero (±0,25 p.p. do PIB) e 2026 com superávit de 0,25% do PIB (mesma margem). Haddad diz que "está sendo perseguida com todo o esforço" — a promessa virou ponto de tensão entre mercado e sociedade.

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A tensão aumentou quando o TCU alertou sobre a margem inferior da meta fiscal — um sinal de que auditores públicos querem evitar manobras contábeis ou cortes escondidos. É ali, nesse recado técnico, que nasce o debate sobre transparência e limites.

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O conflito da história: como cumprir metas sem vender ativos públicos? Possíveis caminhos: controle de gasto, aumento de eficiência administrativa, reforma tributária bem desenhada, combate à sonegação e priorização de investimentos sustentáveis que gerem retorno social.

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Do lado dos mercados, investidores vão olhar para credibilidade e detalhes: cronograma de ajustes, impacto nas contas e sinalizações do Tesouro. A cena em São Paulo não é só política — é também uma narrativa que define risco e custo de capital para o Brasil.

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Há um lado social nessa história: vender patrimônio pode parecer alívio rápido, mas traz custo para serviços públicos, empregos e soberania sobre ativos estratégicos. A solução mais justa busca equilibrar responsabilidade fiscal com proteção social e transparência.

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Conclusão: a meta existe e a margem de 0,25 p.p. do PIB é curta — o teste será a clareza do plano. Se o governo cumprir sem “vender o jogo”, ganha confiança; se não, o debate público e o TCU prometem fogo alto. Vale observar cada passo daqui pra frente.

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