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Ministro Haddad diz que governo pode agir contra bets usando tecnologia e redes sociais. Debate envolve IR, regulação e proteção aos vulneráveis 🕵️‍♂️📊

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Haddad diz que governo tem tecnologia para um “embate mais firme” com as bets porque elas dependem muito das redes sociais 🧵. Ele falou isso numa audiência no Senado sobre o projeto de isenção do IR — e a conversa foi além dos números.

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O ponto central: casas de apostas usam redes sociais pra publicidade e recrutamento. Haddad aposta que, com dados e monitoramento, o governo pode agir de forma mais dirigida — pensar em restrição a anúncios, fiscalização e quebrar estratégias digitais do setor.

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Ele comparou: produtos nocivos à saúde são fortemente tributados em vários países. A ideia não é proibir automaticamente, mas usar impostos, regras e políticas públicas pra reduzir danos — especialmente pra quem é mais vulnerável à dependência.

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Na audiência da CAE, Haddad também explicou que extinguir benefícios tributários não é aumentar alíquotas, como diz a oposição. É um debate técnico e político: transparência sobre quem ganha isenção e por quê é fundamental.

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Além disso, tem impacto econômico e social: medidas contra bets tocam plataformas digitais, anunciantes e a cadeia que lucra com o jogo. Precisa-se equilíbrio — regulação que proteja consumidores, preserve privacidade e evite concentração de poder.

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Reflexão final: ter tecnologia pra agir é uma ferramenta — mas sem regras claras, supervisão independente e foco na proteção social, tudo vira disputa de poder. Se vai ter embate, que seja por políticas públicas que priorizem saúde, justiça e transparência.

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