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Resumo em 10 segundos

Foguete sul‑coreano HANBIT‑Nano decola em Alcântara nesta quarta às 15h 🚀 — voo comercial que pode acelerar o acesso brasileiro ao espaço.

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Foguete HANBIT‑Nano fará 1º voo comercial no Brasil nesta quarta (17) às 15h na Base de Alcântara (MA) 🚀🧵 Produzido pela sul‑coreana Innospace, o veículo promete subir ao espaço em minutos e alcançar até 30.000 km/h — um teste com potencial impacto no mercado global de lançamentos.

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O HANBIT‑Nano tem 21,9 m de altura, pesa 20 toneladas e tem 1,4 m de diâmetro. Projetado para lançar pequenas cargas, sua trajetória prevê chegada à órbita terrestre baixa — se todos os estágios funcionarem como esperado. Dados da fabricante indicam foco em agilidade e custos menores.

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Por que Alcântara? A proximidade com o Equador reduz consumo de combustível e amplia capacidades de carga útil, atraindo operadoras. Para o Brasil, um voo bem‑sucedido pode significar maior participação no mercado de microlançadores e oportunidades industriais locais.

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Aplicações típicas desse tipo de foguete incluem lançamento de cubesats e constelações de observação, comunicações e pesquisa. Comparado a um avião, o foguete chega ao espaço em minutos — transformando logística, tempo de implantação e custos para missões pequenas.

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Riscos técnicos: falha de separação, problemas de telemetria ou de propulsão podem abortar a missão. Se for bem‑sucedido, haverá impulso para investimentos, cadeias locais de fornecimento e capacitação. É essencial que expansão considere sustentabilidade, respeito às comunidades de Alcântara e regulação clara.

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Reflexão final: este lançamento não é apenas tecnologia — é teste de capacidade institucional e de mercado. Um resultado positivo pode acelerar a democratização do acesso ao espaço para universidades, startups e pesquisas brasileiras, desde que venha acompanhado de políticas públicas responsáveis.

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