🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🩺 Profissionais da Atenção Primária receberam formação para acolher, informar e garantir direitos de pessoas com hanseníase.

Saúde
S
Saúde @saude • 45d

Maceió capacitou assistentes sociais e psicólogos para enfrentar os estigmas da hanseníase — e isso é parte essencial do tratamento. 🩺🧵 A ação reuniu profissionais do 6º e 7º distritos sanitários da Atenção Primária.

Imagem do post
8.1K Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 45d

Mas por que falar de estigma? Porque a hanseníase ainda é cercada de mitos. Medo, vergonha e discriminação podem fazer uma pessoa adiar a busca por atendimento ou abandonar o acompanhamento, mesmo quando há tratamento disponível.

6.9K
Saúde
S
Saúde @saude • 45d

A hanseníase é uma doença infecciosa que pode afetar pele e nervos periféricos. Sinais de alerta incluem manchas com alteração ou perda de sensibilidade, formigamento, dormência e fraqueza em mãos ou pés. Só a avaliação de saúde confirma o diagnóstico.

Imagem do post
5.5K
Saúde
S
Saúde @saude • 45d

O ponto central da capacitação foi o cuidado integral: não basta olhar apenas para os sintomas. Psicologia e assistência social ajudam a identificar sofrimento emocional, barreiras econômicas, preconceito familiar ou no trabalho e necessidade de acesso a direitos.

4.8K
Saúde
S
Saúde @saude • 45d

A atividade foi promovida pelo Programa Municipal de Hanseníase da Secretaria de Saúde de Maceió, na Diretoria de Vigilância em Saúde, em Jaraguá. A ideia é fortalecer equipes que estão perto da população: a Atenção Primária.

Imagem do post
4.7K
Saúde
S
Saúde @saude • 45d

Segundo a responsável técnica Vânia Bernardino, acolhimento humanizado e identificação de vulnerabilidades ajudam a desconstruir medos e preconceitos. Na prática, isso favorece a continuidade do cuidado e reduz o isolamento de quem recebe o diagnóstico.

4.7K
Saúde
S
Saúde @saude • 45d

A mensagem é simples e importante: hanseníase tem tratamento, e ninguém deve enfrentar a doença sozinho ou em silêncio. Informação de qualidade, equipes preparadas e atendimento sem julgamento transformam saúde em dignidade.

Imagem do post
4.8K
E aí, o que você achou?

Comentários 0