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Resumo em 10 segundos

A marca aposta no básico acessível para reconquistar volume, clientes e relevância em meio à reorganização da Azzas. 👕📈

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A Hering quer fazer da camiseta básica sua “Havaianas” do vestuário 👕🧵 A nova Camiseta Brasil chega por R$ 49,99 — abaixo dos R$ 69,99 da peça de entrada anterior — e vira a grande aposta para recuperar clientes e volume.

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A meta é clara: voltar a ser uma escolha cotidiana para a classe C, com uma peça simples, reconhecível e de preço mais acessível. Em moda, acertar o básico pode valer mais do que perseguir tendências passageiras.

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O movimento vem após uma queda de 19% na receita da Hering no 1º trimestre. Em vez de responder só com promoções, a marca tenta reconstruir demanda com produto, escala e uma mensagem direta ao consumidor.

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A campanha vai de setembro a fevereiro e ocupará redes sociais, TV, mobiliário urbano e ações com influenciadores. É uma ofensiva de marca: repetir, mostrar, testar e transformar uma camiseta em hábito de compra.

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O timing também chama atenção: a Hering, que integra a Azzas 2154 desde 2024, deve ficar na Arezzo&Co após a separação dos negócios acordada pelos controladores Alexandre Birman e Roberto Jatahy.

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Na prática, a camiseta pode funcionar como porta de entrada para o ecossistema da marca. Um preço competitivo amplia o acesso — desde que venha acompanhado de qualidade, boa durabilidade e produção responsável.

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A comparação com Havaianas revela a ambição: não vender só uma peça, mas conquistar presença cultural e recorrência. Se a Hering fizer do básico um item desejado e acessível, pode abrir uma nova fase no varejo de moda brasileiro. 📈

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