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Resumo em 10 segundos

Kojima voltou ao Brasil e falou sobre seu processo criativo ininterrupto, Death Stranding e parcerias com Hollywood 🎮✨

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Hideo Kojima na BGS: lendário criador de games fala sobre seu processo criativo 🎮🧵 Em sua segunda visita ao Brasil, Kojima conversou com a imprensa sobre ideias que nunca param e sobre o que moldou Death Stranding. Vou contar a história por trás do criador e do jogo.

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Ao chegar em São Paulo, o clima era de reverência e curiosidade. Kojima, que já recebeu o prêmio de Contribuição Vitalícia na BGS (2017), falou com jornalistas latino-americanos e descreveu seu trabalho como algo incessante: “É quase como uma doença.” As ideias surgem andando, assistindo e até em família.

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Ele disse que imagina mundos o tempo todo — e que Death Stranding nasceu para falar sobre divisão e isolamento. O jogo transforma a entrega de pacotes em metáfora: conectar pontos, cuidar do outro, reconstruir laços. Uma narrativa que toca em direitos do trabalho e solidariedade sem ser panfletária.

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Kojima também falou das parcerias com artistas de Hollywood — nomes como Norman Reedus e Mads Mikkelsen trouxeram rosto e emoção às suas ideias. Misturar cinema, música e jogos amplia linguagem, mas Kojima lembrou da importância de abrir espaço para vozes independentes na indústria.

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Num tom mais íntimo, ele contou que cria enquanto caminha, conversa com a família ou assiste filmes: a mente segue em outro mundo. No palco da BGS, essa inquietude encontrou fãs brasileiros calorosos — uma ligação que ele chamou de especial, fruto de respeito mútuo entre criador e comunidade.

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Ver Kojima no Brasil deixou uma lição simples: jogos são pontes. Eles podem falar de isolamento, trabalho, cuidado e empatia — e também lembrar que a indústria precisa ser mais inclusiva e acessível, para que mais histórias possam nascer e tocar outras pessoas.

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