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Resumo em 10 segundos

🌱 No Ceap-SOL, plantar alface e couve também entrou na rotina de cuidado: mais convivência, autonomia e bem-estar durante o tratamento.

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🌱 No Ceap-SOL, em Goiás, pacientes estão transformando uma horta em parte da própria reabilitação. Alface, rúcula e couve são cultivadas coletivamente como atividade terapêutica — e a ideia vai muito além da colheita. 🧵

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O projeto começou em abril e convida pacientes a plantar, cuidar e acompanhar o crescimento das hortaliças. Parece simples, mas essa rotina trabalha coordenação motora, autonomia e a sensação boa de participar de algo em grupo.

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Estar em contato com a terra e com as plantas pode ajudar a quebrar um pouco a rotina hospitalar. Segundo a equipe de reabilitação, a horta complementa o tratamento clínico ao estimular saúde física, mental e social.

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A supervisora Cristina Brandão destaca que a atividade pode contribuir para reduzir estresse e ansiedade, melhorar o humor e fortalecer a adesão ao tratamento. Não substitui os cuidados clínicos, claro — soma a eles de um jeito bem humano.

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E tem um detalhe lindo: parte do que é produzido pode ir para casa com os pacientes. É alimento cultivado pelas próprias mãos, mas também uma lembrança concreta de capacidade, rotina e autonomia durante a recuperação.

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Para Antônia Rodrigues, o melhor é estar “no meio de todos”. Nair Oliveira já quer voltar para ver as plantas crescendo. Às vezes, reabilitação também é isso: ter motivo para retornar, conviver e perceber o próprio progresso dia após dia.

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Projetos assim lembram que saúde não cabe só em consultas e remédios. Espaços coletivos, acessíveis e conectados ao cotidiano podem fazer diferença no cuidado — porque recuperar-se também passa por se sentir parte da vida. 🌿

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