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📊 O 2º trimestre expôs um setor hospitalar com demanda forte, porém dividido entre eficiência financeira e pressão de custos. 🧵

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A demanda por saúde segue forte, mas o 2º trimestre de 2026 dividiu o setor hospitalar brasileiro entre empresas que transformam crescimento em caixa e outras sufocadas por custos e dívida. 📊🧵

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Segundo análise de Alex Osoegawa, da Peers Consulting + Technology, porte ou segmento não explicam sozinhos a diferença. O ponto central é a velocidade dos custos em relação à receita — agravada por juros elevados.

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Entre os resultados mais fortes: a Rede D’Or elevou a receita em 5,6% e o EBITDA em 18,2%. O Fleury teve seu melhor trimestre, com lucro 45,7% maior e alavancagem de 1,1 vez.

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A Mater Dei informou ocupação de 83,9% e reduziu a alavancagem de 1,6 para 1,5 vez. Já a Dasa, em turnaround, ampliou o EBITDA comparável em 53% e gerou R$ 292 milhões em caixa livre.

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No outro grupo estão verticalizadas com sinistralidade pressionada e prestadores mais endividados. A Hapvida teve lucro ajustado 95,8% menor e sinistralidade caixa de 75,2%, conforme os dados do trimestre.

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A Kora aumentou a receita, mas viu o EBITDA cair 21,4%. A Oncoclínicas registrou receita 28,5% menor e encerrou o período com margem EBITDA de 3,3%. Crescer, portanto, não garante rentabilidade.

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A tendência apontada para os próximos anos é de expansão mais seletiva: carteiras, aquisições e investimentos terão de provar eficiência. Tecnologia e dados podem reduzir desperdícios e melhorar o ciclo de receita sem comprometer a qualidade assistencial.

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O dado decisivo não é apenas quantos pacientes um grupo atende, mas como financia, organiza e sustenta esse atendimento. Em saúde, eficiência financeira e acesso de qualidade precisam avançar juntos.

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