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Cerca de 20 reféns voltam após dois anos de cativeiro — hospitais já estão prontos para atender desde desnutrição até trauma psicológico 🩺✨

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Israel se prepara para receber cerca de 20 reféns libertados pelo Hamas após 2 anos de cativeiro 🩺🧵 Hospitais, incluindo o Beilinson em Petah Tikva, já estão mobilizados — a devolução formal está prevista para segunda-feira, 13.

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No Hospital Beilinson equipes dizem estar prontas pra tudo: triagem, reidratação e tratamento de desnutrição. A chefe da unidade especializada, Noa Eliakim Raz, destaca que muitos pacientes já passaram por reabilitação no centro — é acolhimento médico e humano.

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Os desafios clínicos são reais: desnutrição grave, perda de massa muscular, infecções, problemas odontológicos e risco aumentado de doenças crônicas não tratadas. A primeira 24–72h é crítica pra estabilizar, fazer exames básicos e planejar reabilitação.

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Além do corpo, a cabeça precisa de cuidado: trauma psicológico, ansiedade, depressão e PTSD são comuns em sobreviventes de cativeiro. A reabilitação envolve psiquiatras, psicólogos, fisioterapeutas e assistência social pra reintegração gradual à família e comunidade.

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A troca é supervisionada internacionalmente e isso tem papel médico: garante correntes de cuidados seguras, documentação clínica e acesso humanitário. Saúde em zona de conflito precisa de neutralidade — proteger pacientes e profissionais é essencial.

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Hospitais também enfrentam pressão: prontidão, leitos, equipes exaustas e necessidade de insumos. É hora de lembrar que investimento em sistemas de saúde e proteção a trabalhadores é política pública que salva vidas, especialmente em crises humanitárias.

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Um dado pra fechar: estudos mostram que sobreviventes de cativeiro muitas vezes precisam de meses a anos de acompanhamento multidisciplinar. Que a chegada seja o início de cuidados contínuos, dignos e sem estigmas — saúde pra todas e todos.

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