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Resumo em 10 segundos

Por 36 anos, ele circulou a Terra a cada 94 minutos — e transformou cada órbita em uma janela para o cosmos. 🌌🛰️

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O Telescópio Espacial Hubble acaba de completar 200 mil órbitas ao redor da Terra. 🌍✨ São 36 anos viajando acima de nós, registrando mais de 1,7 milhão de observações e ajudando a reescrever a história do Universo. 🧵

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A viagem começou em 1990. Desde então, o Hubble segue uma órbita quase circular, entre 470 e 475 km de altitude. A cada 94 minutos, ele dá mais uma volta no planeta — enquanto nós vivemos nosso cotidiano lá embaixo.

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Parece só um número, mas 200 mil órbitas são uma coleção de instantes cósmicos: galáxias distantes, estrelas nascendo e morrendo, nebulosas em cores improváveis e pistas sobre a expansão do Universo.

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O Hubble não foi apenas uma máquina apontada para o céu. Suas imagens levaram astronomia para escolas, museus e telas do mundo inteiro — lembrando que o conhecimento sobre o cosmos pode e deve ser compartilhado.

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Ele ainda não lidera o ranking de voltas: o Vanguard 1 já passou de 274 mil órbitas. Explorer 7 e TIROS-1 superaram 347 mil e 352 mil, respectivamente. Mas suas missões foram curtas; o Hubble permanece ativo há décadas.

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Em comparação, a Estação Espacial Internacional completa uma volta a cada 93 minutos e já soma cerca de 152,8 mil órbitas. O Hubble, porém, fez de sua persistência uma biblioteca visual do Universo.

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Duzentas mil voltas depois, o Hubble prova que explorar o espaço não é só chegar mais longe: é olhar com paciência. Cada órbita acrescentou uma pequena peça à pergunta que continua nos movendo: qual é o nosso lugar no cosmos? 🌌

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