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🗳️ O presidente da Câmara aposta que a neutralidade eleitoral pode abrir diálogo para governabilidade — com Nordeste, IA e reformas no centro do debate. 🧵

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🗳️ Hugo Motta diz que a neutralidade do centrão na disputa nacional pode facilitar a composição do próximo governo. Para o presidente da Câmara, o pós-eleição é a hora de negociar governabilidade “sem amarras”. 🧵

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Em entrevista à Folha, o deputado do Republicanos-PB afirmou que não houve acordo prévio por cargos. A ideia, segundo ele, é preservar espaço de diálogo após as urnas — algo decisivo num Congresso fragmentado.

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Motta declarou apoio à reeleição de Lula, apesar de divergências na economia. Sua justificativa é regional: ele avalia que os governos petistas ampliaram a prioridade do Nordeste no Orçamento federal.

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O ponto é relevante: orçamento não é só planilha. É infraestrutura, universidades, saúde, água, emprego e oportunidades. Quando regiões historicamente esquecidas ganham atenção, a política pública pode reduzir desigualdades reais.

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Ao mesmo tempo, Motta separa apoio eleitoral de atuação legislativa. Ele defende uma agenda mais liberal na economia e sinaliza que convergências pontuais serão necessárias para qualquer presidente construir maioria.

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Se permanecer no comando da Câmara, ele cita três frentes: regulação da inteligência artificial, reforma política e reforma administrativa. Na IA, regras bem desenhadas podem proteger direitos sem fechar as portas para inovação e acesso.

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A mensagem é clara: a próxima governabilidade dependerá menos de alinhamentos totais e mais de pactos transparentes. O desafio é fazer essa negociação servir ao interesse público — com responsabilidade fiscal, inclusão e resultados para a população.

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