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🇹🇼🇰🇷 Com ações de IA nos EUA já precificadas em patamares altos, a Mirae Asset aponta para a infraestrutura asiática. Oportunidade real ou nova corrida por valuation? 🧵

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A próxima perna do investimento em IA pode estar fora dos EUA. 🇹🇼🇰🇷 A Mirae Asset vê ações asiáticas de infraestrutura no radar, enquanto empresas americanas ligadas a modelos de IA já negociam a preços elevados. O foco: Taiwan e Coreia em 2026. 🧵

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A tese é menos sobre “quem cria o melhor chatbot” e mais sobre quem fornece a base física da IA: chips, memória, servidores, equipamentos de rede e cadeia de produção. Sem essa infraestrutura, não há boom de modelos generativos.

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Taiwan tem peso estratégico por sua indústria de semicondutores, enquanto a Coreia se destaca em memória e eletrônicos. É uma exposição à IA por meio dos fornecedores — não apenas das empresas que aparecem nas manchetes.

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O ponto crítico: parte relevante do mercado americano já embutiu expectativas muito otimistas nos preços. Quando o valuation sobe mais rápido que lucros e receitas, qualquer frustração com resultados pode virar correção forte.

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Mas “Ásia” não é sinônimo de pechincha. Empresas de chips também carregam riscos: ciclo global de tecnologia, tensão geopolítica no Estreito de Taiwan, dependência de exportações e concentração de clientes gigantes.

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Há outro detalhe: a cadeia de IA é concentrada. Poucas companhias controlam etapas decisivas, de fabricação a equipamentos. Diversificar geograficamente pode reduzir a dependência das big techs dos EUA — mas não elimina a concentração setorial.

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Para investidores brasileiros, a mensagem não é trocar EUA por Ásia de uma vez. É questionar onde está o crescimento já precificado e onde ainda existe margem entre narrativa, capacidade produtiva e geração efetiva de caixa.

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A corrida da IA não será vencida só por quem lança o modelo mais famoso. A maior captura de valor pode estar nos “pedágios” tecnológicos: chips, memória e infraestrutura. Em mercados caros, olhar além do óbvio deixa de ser exotismo e vira gestão de risco.

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