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Resumo em 10 segundos

📊 Familiaridade com IA cresce entre brasileiros conectados, mas o domínio das principais ferramentas ainda varia muito por classe social.

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O conhecimento sobre IA cresceu no Brasil, mas não de forma igualitária. 🤖🧵 Pesquisa do Reglab aponta que quase um terço das pessoas das classes D/E desconhece as quatro principais ferramentas de IA avaliadas.

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Na média da população conectada, o conhecimento sobre ferramentas de inteligência artificial subiu de 84,7% no 1º trimestre para 89,5% no 3º trimestre de 2026.

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O recorte por renda mostra a distância: 97,3% dos entrevistados da classe A conhecem ferramentas de IA. Nas classes D/E, o índice é de 85,4%, segundo o Índice Reglab de Confiança e Segurança na Economia Digital.

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A diferença aumenta ao considerar ChatGPT, Gemini, Claude e Perplexity: 92,7% da classe A conhecem todas as quatro ferramentas, contra 69,2% nas classes D/E.

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Em outras palavras: 30,8% das pessoas das classes D/E não conhecem as principais IAs avaliadas. A lacuna importa porque essas ferramentas já afetam estudo, trabalho, busca de informação e acesso a serviços.

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O contraste é menor em plataformas mais consolidadas. YouTube (99,9%), Gov.br (99,7%), Instagram (99,5%), Facebook (99,2%), iFood (99,1%) e Netflix (98,9%) estão entre as mais conhecidas.

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Claude (81,2%) e Perplexity (80,8%) aparecem entre as menos conhecidas. Para Marina Garrote, do Reglab, ampliar o letramento tecnológico é necessário para que a adoção da IA não aprofunde a exclusão digital.

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O levantamento também indica que brasileiros confiam mais nas plataformas de redes sociais do que nos conteúdos nelas publicados. Crescer em acesso não basta: informação confiável e formação para usar IA criticamente serão cada vez mais decisivas.

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