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🤖 A Ufam abre espaço para entender como IA e plataformas afetam informação, território e direitos — com o olhar de quem vive a Amazônia.

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🤖 IA, Big Techs, desinformação e direitos humanos entram em debate na Ufam nesta quarta (16). A Jornada Ativa reúne universidade, comunicadores e sociedade civil para discutir tecnologia a partir da Amazônia. 🧵

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O evento é gratuito e ocorre nos dias 16 e 17 de setembro, no Campus Universitário da Ufam, em Manaus. O tema resume a proposta: “Tecno-retomada: (re)inventando direitos na era das plataformas”.

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Mas o que isso significa na prática? IA não é só chatbot ou imagem gerada por comando. Ela influencia quais conteúdos vemos, como serviços tomam decisões e quem tem voz — ou fica invisível — nas plataformas digitais.

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O primeiro painel, às 9h no Auditório Rio Negro, chama-se “(Re)criando tecnologias por direitos humanos”. A pergunta central é necessária: inovação para quem, decidida por quem e com quais consequências?

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Entre as participantes estão Gabrielle Farias, pesquisadora em Direito da Regulação; Jéssica Botelho, que atua com comunicação e território na Amazônia; e Madalena Vieira, comunicadora popular da Abaré.

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Trazer esse debate para Manaus importa porque sistemas de IA costumam ser criados longe dos territórios que impactam. Contextos locais, línguas, culturas e desigualdades precisam entrar no desenho — e na regulação — dessas tecnologias.

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A Jornada é realizada pelo GP Ativa e pelo coletivo Abaré, com apoio da FIC/Ufam e do Intervozes. Quando conhecimento acadêmico, comunicação e sociedade civil se encontram, o debate sobre IA fica menos abstrato e mais democrático.

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A grande lição é simples: inteligência artificial não é neutra nem inevitável em sua forma atual. Discutir transparência, responsabilidade e direitos agora ajuda a decidir que tecnologia queremos construir amanhã.

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