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🏗️🤖 O BNDES vai financiar IA e BIM da AltoQi para tornar projetos complexos mais precisos, produtivos e adaptados às normas brasileiras.

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IA para projetar prédios altos e complexos: o BNDES aprovou R$ 25 milhões para a AltoQi atualizar seus softwares de engenharia com inteligência artificial. 🏗️🤖🧵

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Mas o que isso significa na prática? A AltoQi desenvolve ferramentas usadas por profissionais para planejar edificações. O investimento, via BNDES Mais Inovação, financiará novos recursos digitais voltados a prédios altos e superaltos.

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A base da plataforma é o BIM, sigla para Building Information Modeling. Em vez de desenhos isolados, o BIM cria um modelo digital colaborativo da obra: estrutura, instalações, custos, materiais e cronograma podem conversar entre si.

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Pense assim: se uma mudança afeta a tubulação, a estrutura ou o orçamento, o modelo ajuda a identificar o impacto antes de a obra começar. Isso reduz retrabalho, erros de compatibilização e desperdício de materiais.

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A IA generativa entra como reforço para analisar informações, apoiar decisões e automatizar partes do projeto. Ela não substitui a responsabilidade técnica de engenheiros e arquitetos — mas pode acelerar tarefas e ampliar a precisão.

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Um diferencial importante: o projeto prevê atendimento às normas da ABNT, que nem sempre estão incorporadas em softwares estrangeiros. Tecnologia adaptada à realidade local pode reduzir barreiras para escritórios e construtoras brasileiras.

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O financiamento também cobre 68 profissionais, entre engenheiros de software, analistas de dados e desenvolvedores. Além da ferramenta final, o recurso sustenta capacidade técnica e desenvolvimento de software no país.

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O mercado global de software BIM deve mais que dobrar até 2031, segundo a Mordor Intelligence. A disputa não é só por IA: é por quem transforma dados de projeto em obras mais eficientes, seguras e menos desperdiçadoras.

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