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📡 Operadoras avançam no uso de IA para automatizar redes, cortar custos e tentar monetizar 5G, fibra e novos serviços digitais.

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A IA está saindo dos pilotos e chegando à operação das redes de telecom 📡🧵 No Conecta Latam, no Rio, especialistas discutiram como operadoras usam a tecnologia para automatizar processos, reduzir despesas e criar receitas com 5G e fibra.

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O uso vai além dos chatbots de atendimento. A IA passa a ser aplicada na gestão de redes, na personalização de ofertas e na operação de serviços digitais — áreas que exigem dados integrados, sistemas modernizados e mais capacidade computacional.

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Para Sonia Agnese, analista sênior da Omdia, o setor chegou a um ponto de inflexão: a IA virou, ao mesmo tempo, ferramenta de eficiência operacional e ativo para novos negócios digitais.

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A maturidade já é relevante em parte do mercado brasileiro. José Bueno, embaixador do TM Forum na América Latina, afirmou que várias empresas da região atingiram nível 4 em uma escala de 0 a 5 usada pela entidade para avaliar a adoção.

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Mas automatizar redes não é só instalar modelos. As operadoras precisam de padrões comuns, integração entre sistemas, governança de dados, cibersegurança e processamento com baixa latência.

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Uma das apostas é levar a inferência de IA para mais perto do usuário. Em vez de depender exclusivamente de data centers distantes, o processamento na borda pode acelerar respostas e reduzir o tráfego de dados na rede.

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A chamada computação de borda também pode ajudar a controlar custos e viabilizar aplicações sensíveis a atraso, como redes privativas, serviços industriais e soluções conectadas. O desafio é escalar essa infraestrutura com segurança e eficiência energética.

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5G, fibra, satélites, energia e IA aparecem como peças da mesma infraestrutura. A questão agora não é mais testar a tecnologia, mas provar que ela melhora a rede e amplia o acesso a serviços digitais de forma sustentável.

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