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Resumo em 10 segundos

Ataques e defesas com IA estão jogando o chefe de segurança direto na mesa do CEO — e os salários já passam de sete dígitos. 🔐🤖

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A IA está levando o CISO — chefe de segurança da informação — para bem mais perto do CEO. 🔐🤖 E não é só status: com ataques automatizados crescendo, esse virou um dos cargos mais disputados (e caros) do mercado. 🧵

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Segundo reportagem repercutida pelo IT Forum, incidentes envolvendo agentes de IA aceleraram o alerta nas empresas. A preocupação é simples: se a máquina ajuda a defender, ela também pode acelerar ataques em escala e velocidade difíceis de acompanhar.

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Na prática, o trabalho do CISO deixou de ser “cuidar do firewall”. Agora envolve entender IA, risco de fornecedores, proteção de dados, resposta a incidentes e explicar tudo isso para a diretoria sem falar em tecniquês.

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Wally Dalrymple, da ETS, resumiu a sensação: o trabalho parece ter dobrado ou até quadruplicado. Faz sentido: alertas, brechas e ferramentas novas surgem o tempo todo — e cada decisão errada pode afetar clientes, equipes e serviços inteiros.

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O outro lado dessa pressão? Profissionais com experiência técnica e visão de negócio estão recebendo pacotes acima de sete dígitos. Recrutadores relatam uma corrida por talentos, com candidatos saindo do processo para aceitar ofertas concorrentes.

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Mas salário alto não resolve tudo. Segurança precisa de times bem estruturados, treinamento contínuo e autonomia para barrar riscos — não de uma pessoa sobrecarregada virando “escudo humano” quando algo dá errado.

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A grande virada é esta: cibersegurança virou estratégia de negócio, não só área de TI. Na era da IA, o CISO que consegue conversar com engenharia, jurídico e CEO pode definir não apenas como a empresa se protege, mas até o que ela pode lançar.

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