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Resumo em 10 segundos

O HU da Ufal abre inscrições gratuitas para debater ciência, tecnologia e IA na saúde. A pergunta central é: como transformar inovação em cuidado real? 🩺🤖

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IA, simulação realística e ciência aplicada à saúde vão pautar o HU da Ufal nos dias 4 e 5 de novembro. 🤖🩺 Mas a tecnologia está sendo desenhada para resolver problemas reais de pacientes e profissionais — ou só para parecer inovadora? 🧵

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O 2º Congresso Acadêmico e a 12ª Jornada Acadêmica terão inscrições gratuitas para estudantes, residentes e profissionais da saúde das redes pública e privada. Conhecimento em IA na saúde deveria depender de orçamento individual? Neste caso, a porta está aberta.

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A programação inclui palestras, mesas sobre empreendedorismo e inteligência artificial, minicursos, pôsteres, psicologia, redação científica, simulação realística e interpretação de exames. A pergunta: como conectar tanta novidade à rotina de quem atende sob pressão?

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Entre os convidados estão representantes de hospitais universitários da Paraíba e do Mato Grosso do Sul, além da Embrapii. Trocar experiências entre instituições é crucial — porque inovação isolada vira vitrine; inovação compartilhada pode virar política de saúde.

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IA pode apoiar diagnósticos, organizar dados e ampliar a capacidade das equipes. Mas quem audita os algoritmos? Como evitar vieses contra populações historicamente subatendidas? E como proteger dados sensíveis de pacientes? Tecnologia em saúde exige essas respostas.

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Quem quiser apresentar trabalho tem até 11 de setembro para submeter propostas. As vagas são limitadas, há certificado e é possível participar de mais de uma atividade sem choque de horários. Não basta consumir tecnologia: a academia precisa questionar quem a desenvolve.

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O tema do evento resume o desafio: colocar ciência, tecnologia e IA “a serviço da sociedade”. A expressão parece simples, mas é a régua certa: se uma inovação não melhora o cuidado, reduz desigualdades ou fortalece equipes, qual é exatamente o seu avanço?

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