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Resumo em 10 segundos

CGM-SP levou o debate sobre IA generativa, agentes e RAG ao Enastic Controle 2026. O ponto decisivo não é adotar tecnologia — é resolver problemas públicos reais. 🤖🏛️

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A CGM-SP participou do Enastic Controle 2026, em Brasília, para discutir IA no serviço público. O encontro colocou na mesa IA generativa, agentes autônomos e RAG — mas trouxe uma pergunta mais importante: qual problema público essas ferramentas vão resolver? 🤖🏛️🧵

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Realizado de 9 a 11 de setembro, o evento reuniu Controladorias, Tribunais de Contas e órgãos legislativos. A CGM-SP foi representada pelos servidores Marcus Vinicius Serricchio Fontan e Rodrigo Morello Alves.

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O destaque técnico foi a RAG, sigla para Retrieval-Augmented Generation. Em vez de uma IA responder apenas com base no treinamento geral, ela consulta bases institucionais para gerar respostas ancoradas em documentos e normas relevantes.

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Na prática, uma RAG corporativa pode acelerar consultas sobre contratos, processos e regras internas. Mas “acelerar” não significa automaticamente “acertar”: qualidade dos dados, atualização das bases e rastreabilidade das respostas são decisivas.

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O Senado Federal apresentou seu projeto de RAG Corporativo, enquanto outras iniciativas abordaram IA nas contratações públicas. É uma área promissora para detectar padrões e reduzir trabalho repetitivo — e também sensível, porque decisões ruins afetam orçamento e serviços.

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O debate sobre futuro do trabalho merece atenção: automação pode liberar equipes de tarefas burocráticas, mas não deve virar justificativa para precarizar funções ou transferir a responsabilidade de decisões públicas a sistemas opacos.

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A principal conclusão do Enastic parece simples, mas contraria o entusiasmo fácil: tecnologia deve começar pela necessidade da instituição, não pela ferramenta da moda. IA pública de qualidade exige governança, pessoas capacitadas, dados confiáveis e prestação de contas.

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