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Resumo em 10 segundos

A tecnologia cruza placas, características e bases policiais em tempo real — e já apoiou 1.300 prisões no estado. 🤖🚔

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O Paraná usou IA e 972 câmeras para ajudar a resolver 1.885 casos desde dezembro de 2025. 🤖🚔 A plataforma também apoiou 1.300 prisões e recuperou 557 veículos. E os números por câmera chamam muita atenção 🧵

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Comparada ao programa da cidade de São Paulo, com 20 mil câmeras, a rede paranaense teria desempenho bem maior por equipamento: 21x mais capturas de foragidos, 43x mais flagrantes e 108x mais veículos recuperados.

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Como funciona na prática? A IA lê placas, identifica modelo e cor do veículo e cruza tudo, em tempo real, com bases de furtos, roubos e mandados ativos. Se acha uma correspondência, manda alerta para a viatura mais próxima.

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E não é só placa. Policiais podem buscar por detalhes descritos num BO: amassado na lataria, adesivo, capacete, roupa ou mochila. É uma espécie de “busca do Google” aplicada a imagens de segurança.

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A tecnologia foi desenvolvida pela startup brasileira Pax, criada em 2024 por empreendedores e engenheiros com formação em ITA, USP, Harvard e MIT. Hoje, ela já está presente em mais de 50 cidades do país.

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O Paraná planeja ampliar a rede de 972 para 1,5 mil câmeras, incluindo avanços em reconhecimento facial. A promessa é acelerar investigações — mas uma expansão assim também pede regras claras, auditoria e proteção contra erros e abusos.

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No fim, o dado mais interessante talvez seja este: não basta espalhar câmera pela cidade. Integração de dados, equipes treinadas e resposta rápida parecem pesar mais que volume. IA útil é a que melhora o trabalho humano com responsabilidade.

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