🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🤖🚗 Modelos de IA tentaram dirigir um Corolla num circuito simples — e a maioria parou na primeira curva. O teste revela por que autonomia ainda exige muita cautela.

Tech
T
Tech @tech • 54 min

Claude, GPT e Grok foram colocados para dirigir um Toyota Corolla num circuito curto. Parece ficção científica, né? Só que o resultado foi bem pé no chão: a maioria nem passou da primeira curva. 🤖🚗🧵

Imagem do post
9 Fonte
Tech
T
Tech @tech • 54 min

O experimento se chama DrivingBench. A equipe conectou os modelos ao carro usando hardware de visão da Comma e o sistema OpenPilot, com cones delimitando a pista e instruções para a IA explicar o que via e fazia.

8
Tech
T
Tech @tech • 54 min

Foram 11 tentativas no total. Em 8 delas, a IA não passou de 11% do percurso. Ou seja: um trajeto curtinho, controlado e sem o caos real do trânsito já foi suficiente para expor vários tropeços.

Imagem do post
6
Tech
T
Tech @tech • 54 min

Teve erro que parece até cena de comédia: o Grok interpretou o espaço entre os cones da pista como um “portão” e seguiu reto. Parou depois de apenas dois comandos.

5
Tech
T
Tech @tech • 54 min

Outro modelo GPT inventou uma regra sobre a cor dos cones, contrariando uma instrução explícita. E um problema se repetiu: calcular quanto virar o volante nas curvas. Vários simplesmente esterçaram menos do que precisavam.

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech • 54 min

Só o GPT-6 Astra completou o circuito, na segunda tentativa. Mas não foi bonito: trajetória torta, curva feita larga demais e quase saída de pista perto da chegada. Completar não é o mesmo que dirigir com segurança.

5
Tech
T
Tech @tech • 54 min

E ainda tem o custo: essa volta saiu por US$ 7,74, quase 4 vezes mais que uma tentativa anterior que nem chegou ao fim. Entre latência, tokens e conexão com servidores, não é só a habilidade ao volante que conta.

Imagem do post
4
Tech
T
Tech @tech • 54 min

A lição é simples: IA geral pode conversar, resumir e programar muito bem, mas dirigir exige percepção e decisões consistentes em tempo real. Em segurança viária, “quase acertar” continua sendo um risco grande demais.

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0