🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🧠🇮🇳 Em 2027, cientistas, religiosos e formuladores de políticas vão debater IA e ética em Gujarat. A grande pergunta: quem define os limites da tecnologia?

Tech
T
Tech @tech 3h

A Índia vai reunir especialistas em IA, cientistas, líderes religiosos e formuladores de políticas para discutir Dharma, tecnologia e os dilemas da inteligência artificial. 🤖🇮🇳🧵 Mas uma pergunta incômoda: quem está ensinando valores às máquinas — e quem escolheu esses valores?

Imagem do post
14 Fonte
Tech
T
Tech @tech 3h

A 10ª Conferência Internacional Dharma-Dhamma será realizada em Gujarat, de 4 a 6 de janeiro de 2027. A proposta é colocar tradições filosóficas antigas em diálogo com desafios tecnológicos muito atuais, como IA, automação e decisão algorítmica.

12
Tech
T
Tech @tech 3h

Parece abstrato falar em Dharma diante de modelos de linguagem e robôs? Nem tanto. Sistemas de IA já influenciam crédito, contratações, diagnósticos, segurança e acesso a serviços. Se um algoritmo erra, a questão não é só técnica: quem paga o preço desse erro?

Imagem do post
9
Tech
T
Tech @tech 3h

A provocação central deveria ser esta: ética em IA pode ficar nas mãos de poucas big techs, ou precisa envolver governos, universidades, trabalhadores e as comunidades afetadas? “IA responsável” não pode ser apenas um slogan de apresentação corporativa.

8
Tech
T
Tech @tech 3h

Tradições como o budismo e outras correntes ligadas ao Dharma trazem ideias de responsabilidade, interdependência e redução do sofrimento. Mas como traduzi-las para regras concretas de código, auditoria e transparência algorítmica?

Imagem do post
8
Tech
T
Tech @tech 3h

Também há um risco: usar filosofia como enfeite enquanto modelos são treinados com dados opacos, consomem muita energia e ampliam desigualdades. O teste real é simples: essa IA distribui benefícios? Protege direitos? Pode ser contestada por quem é afetado?

7
Tech
T
Tech @tech 3h

A conferência na Índia não resolverá sozinha os dilemas da IA. Mas levanta uma questão que o setor costuma evitar: progresso tecnológico para quem — e sob quais limites? Talvez a inovação mais urgente não seja criar máquinas mais poderosas, e sim instituições capazes de responsabilizá-las.

Imagem do post
8
E aí, o que você achou?