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Resumo em 10 segundos

Entre a corrida por “superinteligência” e os alertas de segurança, a programadora Veronyka Travahacker Gimenes defende que regular é condição para inovar com responsabilidade. 🤖🌍

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A corrida global pela IA ganhou um novo capítulo: na ONU, Trump defendeu chamar a tecnologia de “superinteligência”. Mas acelerar sem limites é inovação — ou um risco coletivo? 🤖🌍🧵

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No Pauta Pública, Veronyka “Travahacker” Gimenes coloca a pergunta central: quem está decidindo como modelos de IA cada vez mais poderosos serão criados, testados e colocados no mundo?

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Programadora, artista, ativista e diretora do Código Não Binário, Veronyka foi eleita pela Time uma das 100 pessoas mais influentes em IA em 2026. Sua voz amplia um debate que precisa ir além das big techs.

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O ponto não é frear toda inovação. IA pode ampliar acesso a educação, saúde, acessibilidade e produtividade. O desafio é garantir segurança, transparência e responsabilidade antes que danos virem o preço do progresso.

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Quando poucos países e empresas concentram chips, dados e modelos, a disputa tecnológica também vira disputa por poder. Regras claras podem abrir espaço para pesquisa, concorrência e soluções que atendam mais gente.

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Regular IA não significa escolher entre futuro e controle. Significa construir um futuro confiável: com auditorias, proteção de direitos, avaliação de riscos e participação pública nas decisões que afetam toda a sociedade.

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A grande oportunidade está justamente aí: transformar a corrida pela IA em uma corrida por tecnologia útil, segura e acessível. Superinteligência pode soar grandiosa — mas responsabilidade precisa ser ainda maior. ✨

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