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Resumo em 10 segundos

📈 O pregão brasileiro começa com três forças disputando atenção: dados do BC, contas públicas e a alta do petróleo. E o mundo também entra na conta. 🧵

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O Ibovespa entra no pregão com os olhos divididos entre Brasília e o exterior 📈🧵 No radar: o relatório do Banco Central, as contas públicas, o petróleo em alta e os sinais que podem vir do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping.

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A primeira cena se passa no Brasil. Investidores acompanham o relatório do BC em busca de pistas sobre inflação, juros e atividade econômica — fatores que mexem diretamente com crédito, consumo, emprego e o valor das empresas na Bolsa.

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Em seguida, Brasília ganha peso. As contas públicas funcionam como um termômetro de confiança: quando o mercado enxerga mais previsibilidade fiscal, a pressão sobre juros e ativos tende a diminuir. Quando surgem dúvidas, a volatilidade aparece rápido.

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Do outro lado do mundo, Trump e Xi Jinping voltam ao roteiro. Qualquer sinal de aproximação ou atrito entre EUA e China pode alterar expectativas para comércio global, moedas e commodities — e o Brasil sente o efeito via exportações.

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O petróleo, que volta a subir pela manhã, adiciona outra camada à história. A alta pode favorecer ações ligadas ao setor, mas também acende alerta para custos de transporte e inflação. É o tipo de movimento que espalha impacto pela economia.

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Até a pesquisa Datafolha entra no pano de fundo: política e economia raramente caminham separadas. No fim, o pregão resume uma verdade da Bolsa: decisões tomadas em Brasília, Washington e Pequim podem chegar ao bolso de quem investe aqui.

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