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Resumo em 10 segundos

📈 A Bolsa tenta prolongar a sequência positiva, enquanto a prévia da inflação e a queda do petróleo podem mexer com juros, ações e expectativas do mercado. 🧵

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Ibovespa tenta emplacar a 6ª alta consecutiva 📈🧵 O mercado acompanha a divulgação do IPCA-15, prévia da inflação oficial, e a queda do petróleo Brent para abaixo de US$ 90 por barril.

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A Bolsa brasileira vem de cinco pregões seguidos de ganhos. Manter a sequência dependerá, entre outros fatores, de como os investidores interpretarão os dados de inflação e o movimento das commodities.

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O IPCA-15 é calculado pelo IBGE e funciona como uma prévia do IPCA cheio. A expectativa de deflação chama atenção porque indica queda média de preços em determinado período — algo relevante para a trajetória dos juros.

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Inflação mais baixa tende a reforçar apostas em cortes ou manutenção de juros menores. Isso pode melhorar as condições de crédito para famílias e empresas, embora o efeito no bolso dependa de renda, emprego e do custo real do financiamento.

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No exterior, o Brent caiu abaixo de US$ 90. Para o Brasil, petróleo mais barato pode aliviar pressões sobre combustíveis e inflação, mas também afeta receitas e a percepção sobre empresas ligadas à cadeia de óleo e gás.

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O efeito na B3 não é automático: ações de petroleiras podem reagir à commodity, enquanto setores sensíveis a juros — como varejo, construção e consumo — costumam olhar com atenção para os sinais da inflação.

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Após cinco altas, o Ibovespa entra numa sessão decisiva entre dois vetores: inflação possivelmente mais comportada e petróleo em queda. O dado do IPCA-15 ajudará a definir se o otimismo tem base para continuar.

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