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Resumo em 10 segundos

Sexta promete mexer com Bolsa, dólar e juros: IPCA aqui, inflação nos EUA e pesquisa eleitoral entram no mesmo pregão. 📊🧵

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Ibovespa entra no último pregão da semana com o radar lotado: sai IPCA no Brasil, inflação nos EUA e nova Datafolha. É o tipo de sexta que pode balançar Bolsa, dólar e juros de uma vez só. 📊🧵

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Lá fora, o CPI dos EUA é a grande prova do dia. O mercado espera alta de 0,4% em agosto e inflação de 3,4% em 12 meses. Se vier acima disso, cresce a chance de o Fed manter os juros altos — e o humor global pode azedar.

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O dado ganhou ainda mais peso porque o payroll surpreendeu: foram 162 mil vagas criadas em agosto, contra 55 mil esperadas. Emprego forte + inflação resistente é justamente a combinação que deixa o Fed mais cauteloso.

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No Brasil, a projeção é de IPCA negativo em agosto: queda de 0,29%, após alta de 0,07% em julho. Uma boa notícia no bolso, se ela refletir alívio mais amplo nos preços — e não só efeitos temporários.

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Para o Copom, o detalhe importa muito. Inflação mais comportada pode melhorar as expectativas para a Selic; mas o Banco Central também olha serviços, núcleos e o cenário externo. Corte de juros não depende de um número isolado.

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Também saem INPC e inflação da construção. Talvez mexam menos com a Bolsa, mas importam na vida real: o INPC é referência em reajustes e ajuda a mostrar se renda e custo de vida estão andando em direções muito diferentes.

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E tem política no meio: a nova Datafolha chega após pesquisas indicarem corrida presidencial mais apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro. Mercado costuma reagir rápido a cenários eleitorais, especialmente pelas apostas sobre fiscal a partir de 2027.

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Resumo da sexta: inflação define o tom dos juros, juros mexem com ações e câmbio, e pesquisa eleitoral adiciona incerteza local. No fim, o pregão pode até mudar de direção — mas o custo de vida continua sendo o termômetro mais concreto.

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