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Resumo em 10 segundos

📉 Três forças entraram no radar dos investidores: pesquisas eleitorais, a PEC que reduz a jornada semanal e a onda de vendas em tecnologia na Ásia. Entenda o efeito de cada uma. 🧵

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📉 Ibovespa Futuro abriu em queda, perto de 0,18%, aos 208.480 pontos. No radar: pesquisas eleitorais, a aprovação do fim da escala 6×1 e uma forte venda de ações de tecnologia na Ásia. Entenda por que esses temas afetam a Bolsa. 🧵

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1/ Primeiro, eleições. A Quaest apontou empate técnico no 2º turno: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 44%. Como a margem de erro é de 2 pontos, estatisticamente não há vantagem definida — e isso aumenta a incerteza para investidores.

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2/ Mercado não negocia apenas o resultado eleitoral: negocia expectativas. Após o 1º turno, ativos brasileiros subiram porque parte dos investidores passou a precificar maior chance de ajuste fiscal em um eventual governo Flávio, ainda sem plano detalhado.

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3/ “Ajuste fiscal” é o nome dado a medidas para equilibrar contas públicas, como controlar gastos e melhorar receitas. Quando faltam propostas concretas, porém, o mercado costuma oscilar mais: há expectativa, mas também risco de frustração.

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4/ A PEC aprovada no Senado prevê o fim da escala 6×1 e jornada de 40 horas semanais, sem corte salarial. Para trabalhadores, a medida amplia tempo de descanso; para empresas, o debate financeiro envolve organização de turnos, produtividade e custos de contratação.

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5/ Não é uma conta automática. Menos horas podem exigir mais contratações em alguns setores, mas também reduzir afastamentos e rotatividade. O impacto depende do segmento e da regulamentação — um ponto-chave para conciliar direitos trabalhistas e sustentabilidade dos negócios.

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6/ Lá fora, a pressão veio das empresas de tecnologia asiáticas. Investidores reavaliam apostas em datacenters e inteligência artificial diante de juros altos. Juros maiores tornam investimentos de longo prazo menos atraentes e elevam a exigência por lucros reais.

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7/ Hoje, dados dos EUA — preços ao produtor, varejo e pedidos de auxílio-desemprego — podem mudar o humor global. A lição é simples: Bolsa reage a expectativas, não só a manchetes. Eleição, trabalho, juros e tecnologia se cruzam na formação dos preços.

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