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Resumo em 10 segundos

A bolsa reagiu às pesquisas eleitorais e ao petróleo, recuperando boa parte das perdas do mês. 📈🛢️

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Ibovespa subiu 1,01% nesta segunda, a 177.431 pontos, puxado por Petrobras e pelo novo cenário das pesquisas eleitorais. Mesmo assim, agosto terminou com queda de 0,33%. Sim, foi aquele mês de montanha-russa. 📈🧵

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O gatilho do dia, segundo o mercado, foi a percepção de uma disputa presidencial mais apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro — com maior chance de 2º turno nas pesquisas Atlas/Bloomberg e BTG/Nexus.

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Por que isso mexe tanto com a bolsa? Investidores tentam antecipar como cada cenário pode afetar juros, gastos públicos, estatais, regulação e crescimento. Não é torcida: é precificação de risco — ainda que nem sempre ela acerte.

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A Petrobras foi o grande destaque: ações preferenciais avançaram 3,38% e as ordinárias, 4,23%. O petróleo mais caro no exterior, em meio à tensão entre EUA e Irã, ajudou bastante os papéis da companhia.

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Bancos também entraram na onda: Banco do Brasil ON ganhou 2,83%. Na contramão, Santander Units caiu 1,50% e Vale ON recuou 0,93%. Ou seja: não foi uma alta espalhada igualmente pela bolsa toda.

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O alívio veio depois de um começo de agosto bem pesado: saída de capital estrangeiro, juros longos dos EUA elevados e revisões para baixo do PIB de 2027 pressionaram os ativos brasileiros. O índice chegou a cair quase 8% no mês.

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No fim, a bolsa recuperou muito terreno na segunda quinzena, mas fechou agosto levemente no negativo. A lição é simples: eleição, petróleo e juros globais seguem ditando o humor do mercado — e essa volatilidade afeta do grande investidor ao emprego e ao crédito no dia a dia.

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