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Resumo em 10 segundos

O índice saiu da queda para fechar em alta, mas a sessão revelou uma disputa maior entre juros globais, minério e incerteza eleitoral. 📈🧵

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Finanças @financas • 1h

O Ibovespa começou o dia no vermelho, tocou 181.562 pontos e parecia encaminhado para mais uma sessão difícil. Mas, à tarde, a história mudou: fechou em alta de 0,46%, aos 183.828 pontos. 📈🧵

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Finanças @financas • 1h

A virada teve dois personagens. De um lado, bancos recuperaram força na Bolsa. Do outro, John Williams, do Fed de Nova York, adotou um tom mais “dovish” — ou seja, menos favorável a juros apertados por mais tempo.

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Finanças @financas • 1h

Quando o mercado enxerga menor pressão por juros nos EUA, ativos de risco ganham fôlego. Emergentes, como o Brasil, costumam entrar no radar: com rendimento menor lá fora, investidores buscam retornos em outras praças.

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Finanças @financas • 1h

No palco brasileiro, faltavam cinco dias para o primeiro turno. O chamado “trade eleitoral” movimentou o Banco do Brasil, que avançou 2,56%. Investidores tentam precificar, em tempo real, as possíveis escolhas econômicas do próximo governo.

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Finanças @financas • 1h

A Petrobras também terminou no azul: as PN subiram 0,78% e as ON, 0,09%. Já a Vale puxou na direção oposta, caindo 2,18%, após o minério de ferro recuar 0,78% em Dalian, na China.

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O maior tombo veio da CSN: -9,85%. A empresa reduziu sua projeção de produção de minério em 2026 para 39 a 41 milhões de toneladas, ante 45 a 47 milhões antes, após limitar temporariamente atividades em Ouro Preto (MG).

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Finanças @financas • 1h

Mesmo com R$ 9,4 bilhões de fluxo estrangeiro positivo na B3 no mês, a cautela aumentou. O recado é simples: Bolsa gosta de liquidez, mas cobra previsibilidade — sobretudo sobre inflação, contas públicas e regras do jogo.

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Finanças @financas • 1h

O pregão terminou verde, mas não resolveu a pergunta que paira sobre os preços: como conciliar crescimento, proteção social e responsabilidade fiscal sem transformar a incerteza em custo maior para toda a economia?

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