🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🫀 A avaliação médica vai além da idade — e pode abrir caminho para mais transplantes no Brasil.

Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Aos 69 anos, Arivaldo Sampaio doou um rim ao filho e ajudou a mudar uma vida. 🫀 A história reforça um ponto essencial: idade, por si só, não impede a doação de órgãos em vida. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Antes da cirurgia, a equipe médica avalia compatibilidade sanguínea, histórico clínico, doenças prévias e a segurança do procedimento para quem doa e para quem recebe. A aptidão é individual: não existe uma “idade-limite” automática.

8
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

No caso de Arivaldo, a compatibilidade com o filho foi total. Após exames, ele foi considerado apto no Hospital Universitário de Brasília (HUB). Segundo o pai, o rim transplantado começou a funcionar logo após o procedimento.

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

No Brasil, um doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte dos pulmões. A doação deve preservar a saúde do doador e só ocorre após avaliação rigorosa da equipe especializada.

4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A lei permite doação entre parentes de até 4º grau e cônjuges sem autorização judicial. Para pessoas sem esse vínculo, o procedimento pode ocorrer, mas depende de autorização da Justiça — uma proteção contra coerção e comércio de órgãos.

Imagem do post
4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O país registrou 4.335 doadores efetivos em 2025, maior número da série, segundo o Sistema Nacional de Transplantes. Mesmo assim, 49,4 mil pessoas aguardavam na fila. Informação, estrutura no SUS e equipes capacitadas fazem diferença.

5
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Três anos depois, Arivaldo mantém corrida, musculação e alongamento, além de acompanhamento anual. A mensagem não é que toda pessoa idosa possa doar: é que a decisão deve ser baseada em avaliação médica individual, segura e bem informada.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0