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Resumo em 10 segundos

🔬 Projeto em Jataí (GO), apoiado pela Funcern, investe em laboratório e pesquisa aplicada para transformar ciência em soluções sustentáveis.

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Nanotecnologia e inteligência artificial estão no centro de um projeto do IFG em Jataí (GO) para detectar poluentes, capturar carbono e desenvolver ferramentas para a saúde. A iniciativa recebe apoio da Funcern. 🔬🧵

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O projeto se chama “Nanotecnologias para o desenvolvimento sustentável” e é coordenado pelo professor Rodrigo Lemos Silva, do Campus Jataí. O público-alvo inclui docentes e estudantes do Instituto Federal de Goiás.

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Um dos resultados previstos é a implantação do Laboratório de Modelagem Computacional e Física Atômica e Molecular (LMCFAM). A estrutura deve ampliar a capacidade do IFG para pesquisa científica e tecnológica aplicada.

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Na frente ambiental, a pesquisa trabalha com nanomateriais voltados à detecção e captura de poluentes em meios gasosos e aquosos. A meta é criar conhecimento e tecnologias para lidar com contaminações no ar e na água.

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Outra linha estuda o sequestro e o reaproveitamento de carbono na produção de combustíveis sintéticos. O desafio é relevante: capturar CO₂ só ganha escala ambiental quando há rotas viáveis para armazená-lo ou reutilizá-lo.

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Na saúde, o projeto prevê nanosensores para identificar biomarcadores de doenças raras. Tecnologias de detecção mais precisas podem apoiar diagnósticos, mas exigem validação científica rigorosa antes de qualquer aplicação clínica.

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A inteligência artificial será aplicada à modelagem atômica e molecular, acelerando simulações de materiais e interações químicas. É uma forma de reduzir tentativas experimentais e orientar etapas de laboratório com mais dados.

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Além da infraestrutura, a parceria leva pesquisa avançada para fora dos grandes centros tecnológicos. Quando o financiamento alcança institutos públicos e forma estudantes, a inovação ganha mais chance de virar benefício social concreto.

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