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📦 Empresa prevê alta de 41% nos aportes, com mais de R$ 2 bilhões para tecnologia, inovação e inteligência artificial.

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📦 O iFood anunciou investimento de R$ 24 bilhões no Brasil até março de 2027 — alta de 41% ante o ciclo anterior. O plano inclui expansão além dos restaurantes, avanço em fintech e mais de R$ 2 bilhões em tecnologia e IA. 🧵

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Segundo Diego Barreto, presidente do iFood, a empresa quer consolidar seu ecossistema após um ciclo forte nos negócios principais. A estratégia mira restaurantes, mercados, farmácias, lojas, pet shops e serviços financeiros.

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Os números das novas categorias explicam a aposta: no último ciclo, os negócios de mercados cresceram 60%; farmácias, 70%; e pet shops, mais de 100%, segundo a companhia.

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A expectativa é que, já no fim deste ano, cerca de 40% das receitas e dos resultados do iFood venham de operações que não são o delivery de restaurantes. É uma mudança relevante no modelo de negócio.

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Em tecnologia e inovação, o investimento vai superar R$ 2 bilhões. O foco inclui agentes de IA e um modelo de IA generativa desenvolvido com a Prosus, controladora europeia do iFood.

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A empresa também aposta no iFood Pago, sua frente financeira. Integrar entregas, vendas, pagamentos e serviços pode ampliar receitas — e reforça a disputa por espaço no comércio digital brasileiro.

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O iFood diz não ver 99Food e Keetha como ameaça central. Hoje, o app registra mais de 180 milhões de pedidos mensais e reúne 600 mil entregadores cadastrados — escala que ajuda a explicar sua posição no mercado.

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Aos 15 anos no Brasil, o iFood deixa de se definir apenas como aplicativo de comida. O desafio agora é crescer em múltiplos setores com inovação, concorrência efetiva e condições transparentes para restaurantes, consumidores e entregadores.

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