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🍱 O iFood estaria perto de comprar a Caju — e a jogada vai muito além de vale-refeição. Tem disputa de mercado, regulação do PAT e milhões de usuários na mesa. 🧵

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O iFood está em negociações avançadas para comprar a Caju, segundo o Pipeline. 🍱🧵 Se sair até o fim do mês, a empresa pode praticamente dobrar sua base em benefícios e virar uma das forças mais pesadas desse mercado no Brasil.

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Hoje, o iFood Benefícios tem 1,5 milhão de usuários ativos e atende 65 mil empresas. A Caju soma 1,3 milhão de usuários e mais de 70 mil companhias. Juntas, chegariam perto de 3 milhões de pessoas usando a plataforma.

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Não é só sobre entregar comida, né? O iFood vem diversificando há anos. A vertical de benefícios, criada em 2020, já movimenta cerca de R$ 1 bilhão por mês — perto de 10% do mercado, segundo a companhia.

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A Caju nasceu em 2019 e levantou mais de R$ 150 milhões com fundos como Canary, Valor Capital e Caravela. Ela oferece cartão Visa para alimentação e refeição, além de transporte e farmácia, com uma proposta mais flexível.

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O negócio também teria um efeito regulatório importante. O iFood trava há cinco anos uma disputa com o Ministério do Trabalho sobre sua licença no PAT, programa que rege os benefícios de alimentação. Comprar a Caju poderia ajudar a destravar essa frente.

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Vale lembrar: o iFood quase comprou a Alelo por cerca de R$ 5,5 bilhões no ano passado. Mas novas regras do PAT, feitas para abrir mais o mercado, mudaram a conta. A oferta caiu e a negociação esfriou.

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Se confirmar, a compra aumenta a pressão sobre Flash, Swile, Vee, Sólides e as tradicionais Alelo, Pluxee e Ticket. Mais competição pode trazer inovação e melhores condições para empresas e trabalhadores — desde que a concentração não feche o jogo de novo.

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