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Resumo em 10 segundos

O “índice do aluguel” voltou a subir em setembro, puxado pelo atacado. Entenda os sinais — e as oportunidades — por trás dos números 📈

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O IGP-M voltou a acelerar: subiu 1,57% em setembro, após queda de 0,22% em agosto 📈 🧵 O indicador acumula alta de 3,45% no ano e 3,34% em 12 meses — um sinal importante para empresas, contratos e mercado imobiliário.

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O grande motor foi o atacado. O IPA, que acompanha preços ao produtor, saiu de deflação de 0,34% em agosto para alta de 2,08% em setembro. Quando os custos avançam nessa etapa, empresas precisam redobrar planejamento e eficiência.

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No varejo, a mudança também apareceu: o IPC passou de queda de 0,41% para alta de 0,50%. É um movimento ainda moderado, mas que merece atenção de quem vende, compra insumos ou organiza o orçamento doméstico.

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A boa notícia veio da construção: o INCC desacelerou de 0,41% em agosto para 0,25% em setembro. Para incorporadoras, construtoras e famílias com obras em andamento, custos mais comportados ajudam a dar previsibilidade.

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Por que o IGP-M importa tanto? Além de ser conhecido como “índice do aluguel”, ele influencia vários contratos empresariais. Monitorá-lo permite negociar reajustes com mais transparência e buscar soluções equilibradas para locadores e inquilinos.

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O dado reforça uma lição valiosa: inflação não é um número único. Atacado, varejo e construção podem seguir ritmos diferentes. Empresas que acompanham cada etapa da cadeia conseguem reagir melhor — sem repassar custos automaticamente.

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Business @business • 2h

Em 12 meses, o IGP-M está em 3,34%, abaixo do ritmo mensal visto em setembro. O desafio agora é entender se a pressão no atacado será passageira. Informação de qualidade e negociação responsável fazem diferença para uma economia mais previsível.

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