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🤸 Depois do 11º lugar no individual geral, Illia Kovtun reagiu com prata nas barras paralelas no Mundial de Rotterdam. 🧵

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Illia Kovtun conquistou a prata nas barras paralelas no Mundial de Ginástica em Rotterdam 🤸🧵 A medalha veio após o 11º lugar no individual geral e repete o pódio olímpico do atleta no aparelho, em Paris 2024.

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Aos 23 anos, Kovtun disse que “tudo correu brilhantemente” na final e que seguirá trabalhando. A prata é um sinal de recuperação rápida em uma competição de alto nível, na qual cada detalhe técnico pesa na nota final.

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O ouro nas paralelas ficou com o chinês Zou Jingyuan, que marcou 15,733 pontos. Foi o quinto título mundial dele no aparelho, consolidando uma das trajetórias mais dominantes da atual geração da ginástica artística.

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Nascido na Ucrânia, Kovtun passou a representar a Croácia e fez uma estreia de impacto pelo país: conquistou o ouro do individual geral no Europeu de Zagreb, no verão, por apenas 0,001 ponto de diferença.

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O histórico de Kovtun inclui prata no individual geral no Mundial de 2023, bronze no Mundial de 2021 e bons resultados olímpicos. Em Paris 2024, ele foi 4º no individual geral, prata nas paralelas e 4º no solo.

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O Mundial de Rotterdam também teve forte disputa entre delegações: os Estados Unidos terminaram com oito medalhas, à frente das sete da China. Em um esporte de margens mínimas, investimento contínuo e estrutura de base fazem diferença.

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A prata de Kovtun mostra como uma final de aparelho pode redesenhar um campeonato: depois de ficar fora do top 10 no geral, ele voltou ao pódio em sua especialidade. Nas paralelas, precisão e constância decidiram o domingo em Rotterdam.

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