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Resumo em 10 segundos

Dados do SUS mostram cenário preocupante no 1º semestre de 2025 🫀📊

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Maranhão registrou 1.757 casos de Infarto Agudo do Miocárdio no 1º semestre de 2025 🫀🧵 Dados do SUS também apontam 1,6 milhão de atendimentos ambulatoriais relacionados a infarto no Brasil nesse período. Vou explicar o que esses números significam.

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No panorama global, a OMS estimou 19,8 milhões de mortes por doenças cardiovasculares em 2022 — cerca de 32% de todas as mortes. Desses, 85% foram por infarto e AVC, e a maior parte em países de baixa e média renda. Isso mostra que prevenção e acesso importam.

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Dados do SUS por ano: atendimentos ambulatoriais — 1,6M (1º sem 2025); 2,9M (2024); 2,6M (2023). Procedimentos hospitalares — 93.257 (1º sem 2025); 177,7k (2024); 168,8k (2023). Óbitos registrados: 94.008 em 2023; há registro de 93.641 em fonte parcial.

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O que explica esses números? Hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, sedentarismo e dietas inadequadas são grandes vilões. Mas desigualdades regionais e barreiras de acesso a diagnóstico e tratamento também amplificam o problema.

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Sintomas de alerta: dor no peito que pode irradiar para braço/mandíbula, falta de ar, suor frio, náusea e desmaio. Tempo é crítico: quanto mais rápido o atendimento (ECG, trombólise ou angioplastia), maiores as chances de sobrevivência e recuperação.

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Soluções práticas: fortalecer atenção primária (controle da pressão e diabetes), campanhas de prevenção, telemedicina em áreas remotas, capacitação de equipes de urgência e melhores condições de trabalho para profissionais. A saúde pública salva vidas.

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Reflexão final: por trás dos números há vidas, famílias e comunidades. Investir em prevenção, diagnóstico precoce e acesso equitativo não é custo — é proteção social. Se quisermos reduzir infartos, é preciso ação coordenada e vontade política. 🫀

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