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Resumo em 10 segundos

Um dado mais fraco de emprego nos EUA mudou o humor global: juros parecem menos ameaçadores e ações de IA voltaram ao centro do palco. 📈🤖

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A semana começou com uma virada de humor em Tóquio: inflação menos assustadora nos EUA, juros sob menor pressão e ações de IA disparando. O Nikkei 225 subiu 2,4% e chegou a superar 70 mil pontos pela 1ª vez em três meses. 📈🤖 🧵

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Por trás da alta havia um número aparentemente modesto: os EUA criaram 29 mil vagas líquidas no último mês, bem abaixo das 133 mil de agosto — e abaixo do que o mercado esperava.

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Para investidores, menos contratações podem significar uma economia menos aquecida. E, se a pressão sobre preços diminui, cai também a chance de o Federal Reserve elevar novamente os juros em outubro.

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A leitura se espalhou pelos títulos públicos: o rendimento do Treasury de 10 anos recuou e chegou a ficar abaixo de 5,17%, após rondar 5,35% dias antes. Quando os juros longos aliviam, ações de tecnologia costumam respirar.

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Foi aí que a inteligência artificial entrou em cena. No Japão, a Tokyo Electron avançou 5,2%; o SoftBank, 3,1%. Em Taiwan, a TSMC ganhou 3%. São empresas no coração da corrida por chips, equipamentos e infraestrutura de IA.

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O otimismo, porém, não foi uniforme: Sydney quase não saiu do lugar (+0,1%) e Hong Kong avançou 0,3%. Xangai e Coreia do Sul ficaram fechadas por feriados. A euforia tecnológica segue concentrada em poucos nomes e mercados.

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Nos EUA, o S&P 500 fechou a menos de 1% do recorde de agosto, enquanto o Nasdaq subiu 1,2%. A história da semana será decidida pelos próximos dados: inflação mais comportada pode sustentar o rali; surpresa nos preços pode reverter o roteiro.

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O mercado celebrou a chance de dinheiro menos caro. Mas o sinal mais importante vai além dos índices: desacelerar a inflação sem derrubar o emprego é o equilíbrio delicado que define quanto desse alívio chega à economia real.

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