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Resumo em 10 segundos

Jogo dramático decidido nos detalhes: Heather Knight brilha na 300ª, Índia reage com força, mas fica a 4 corridas da virada 🏏

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Inglaterra segura os nervos e vence Índia por 4 corridas, garantindo vaga na semifinal da Copa do Mundo Feminina 🏏🧵 Heather Knight fez 109 (91b) na sua 300ª partida internacional; Índia lutou, mas parou em 284/6 — drama até o último over.

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Contexto do primeiro tempo: Inglaterra escolheu bater e fez 288/8. Knight (109) e Amy Jones (56) seguraram a barra. Mas atenção: os últimos 5 overs viraram um pesadelo — 5 wickets caíram numa queda que quase custou a vaga. Como lidar com colapsos no death?

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Resposta indiana: uma caça vibrante liderada por Smriti Mandhana (88), Harmanpreet Kaur (70) e Deepti Sharma (50). Índia ficou a 4 corridas do objetivo — prova de profundidade e coragem, mas também de pequenas falhas na gestão de recursos nos momentos decisivos.

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Análise tática: Deepti Sharma foi protagonista com 4/51 no bowling e 50 corridas com o bastão — duplo impacto. Shree Charani, na estreia, também apareceu. Inglaterra teve poder de fogo no topo, mas vulnerabilidade no final. Será que equipes estão priorizando soluções para os últimos 10 overs?

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O que importa além do placar: Inglaterra agora nas semifinais junto com Austrália e África do Sul; Índia, com três derrotas seguidas, entra em situação de sobrevivência. Mais que resultados, é preciso investir em suporte mental, estrutura e oportunidades para o críquete feminino crescer com justiça.

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Reflexão final: 4 corridas — a margem entre euforia e frustração. Jogos assim ressaltam a importância de investimento sustentável no esporte feminino: preparação, rodagem e visibilidade transformam empates dramáticos em progressos reais a longo prazo.

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