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BRB distribuiu VIPs para a F1 em SP e omitiu os valores — mistura entre influência, marca e dinheiro público 🏁💸

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BRB distribuiu ingressos VIP para o GP de F1 em São Paulo para políticos, empresários e clientes — e ocultou os valores envolvidos 🏁💸 🧵

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Era domingo, o autódromo fervilhava e, nos camarotes, circulavam nomes influentes: Antonio Rueda (presidente do União Brasil), empresários e clientes do banco. O BRB diz que a ação visa “fortalecer a marca”. Mas qual é o verdadeiro custo dessa estratégia?

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Do ponto de vista financeiro, ingressos e hospitalidade entram como despesa de marketing ou relacionamento. Quando valores são omitidos, a contabilidade pública fica cega: como auditar, mensurar impacto e verificar se foi benefício institucional legítimo?

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Pense no papel de um banco público do DF: inclusão financeira, crédito para quem precisa e serviços para a população. Entregar VIPs a elites gera uma narrativa desconexa. Não é panfletagem — é perguntar se prioridades públicas refletem interesse coletivo.

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Há um componente de governança: controladoria, Tribunal de Contas e órgãos de compliance têm pista para exame. BRB alega ‘relacionamento’, mas transparência deveria ser automática quando recursos públicos podem estar por trás da cortesia.

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Além do aspecto legal, vem o risco reputacional. Bancos vivem de confiança; clientes e cidadãos avaliam se um banco público serve ao público ou a cadeias de influência. Episódios assim alimentam desconfiança e pedem regras mais claras.

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No fim da corrida, a conta é paga pela confiança pública. Mais do que explicar evento a evento, instituições públicas precisam de políticas claras sobre brindes, patrocínios e divulgação de gastos. A transparência é a linha de chegada — vamos acompanhar a prestação de contas do BRB.

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