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Resumo em 10 segundos

Ciência, biodiversidade e inclusão em uma seleção que vai do sensoriamento remoto à conservação de espécies ameaçadas. 🌿🔬

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🌿 O INMA abriu 20 bolsas de pesquisa para estudar a Mata Atlântica — um dos biomas mais biodiversos e pressionados do país. Há vagas para diferentes níveis de formação, com inscrições até 18 de setembro. 🧵

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As bolsas vão de R$ 1.170 a R$ 6.760 por mês, conforme formação e experiência. Podem concorrer pessoas de nível médio, técnico, superior, mestrado e doutorado — um alcance incomum e relevante para formar mais gente na ciência.

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Os quatro projetos atacam lacunas centrais: monitoramento de longo prazo da biodiversidade, mapeamento multissensor de árvores na bacia do Rio Doce, fauna ameaçada e ecossistemas abertos da Mata Atlântica.

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O ponto crítico: produzir dados não basta. Monitoramento por satélite, acervos científicos e trabalho de campo só viram conservação quando orientam licenciamento, fiscalização, restauração e políticas públicas duradouras.

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A chamada reserva 7 das 20 vagas para mães, pessoas trans, pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas com trajetória em cotas, além de famílias inscritas no CadÚnico. Diversificar quem pesquisa também amplia as perguntas feitas à ciência.

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A seleção terá análise documental e entrevistas por videoconferência entre 25 e 28 de setembro. Resultado final: 2 de outubro. É possível disputar mais de uma bolsa, desde que haja inscrição e documentação separadas para cada perfil.

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A Mata Atlântica não é apenas “floresta”: envolve rios, cidades, áreas agrícolas e ecossistemas abertos. Investir em pesquisa nesse mosaico é decidir, com evidências, o que será protegido antes que a perda vire irreversível.

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