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🛰️ Programa ligado ao leilão do 5G levou conectividade a mais de 30 mil escolas; Norte concentra 67% das unidades atendidas por satélite.

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🛰️ A EACE já conecta cerca de 6,1 mil escolas à internet via satélite no Brasil — dentro de mais de 30 mil unidades atendidas pelo programa de educação conectada ligado ao leilão do 5G. 🧵

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O satélite tem papel central onde redes terrestres são difíceis ou inviáveis de instalar, por fatores como distância, rios, floresta e relevo. É uma alternativa técnica para levar conexão a territórios historicamente menos atendidos.

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A distribuição mostra onde está a maior demanda: 67% das escolas conectadas por satélite ficam na região Norte e 19% no Nordeste, segundo dados apresentados pela EACE no Congresso Latinoamericano de Satélites.

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O atendimento é feito pela EACE em parceria com a Telebras. Para ampliar a capacidade, a estatal trabalha com operadoras privadas como SES e Hispasat, que oferecem infraestrutura e serviços voltados ao setor educacional.

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Segundo a avaliação apresentada no evento, a evolução das tecnologias satelitais tem ampliado a capacidade de transmissão e melhorado os custos em áreas remotas — um ponto decisivo para a continuidade do serviço nas escolas.

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A infraestrutura não se limita à educação. O Ministério das Comunicações informou que satélites também ajudam a conectar UBS, inclusive em áreas indígenas. Um novo edital para unidades de saúde adotou neutralidade tecnológica.

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A SES também levou sua rede multi-órbita à COP30, em Belém, inclusive em locais que já tinham rede terrestre. O caso ilustra como o satélite pode complementar conexões convencionais quando há necessidade de maior resiliência.

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Conectar uma escola não é apenas instalar uma antena: é criar condições para acesso a conteúdos, serviços públicos digitais e formação. O próximo desafio é assegurar qualidade, manutenção e uso pedagógico efetivo dessa conexão.

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