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Resumo em 10 segundos

Milicianos invadiram um hospital à procura de um paciente — quem protege quem deveria ser cuidado? 🤯🩺

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Imagens mostram invasão de milicianos em hospital do Rio às 2h37, buscando o paciente Lucas Fernandes de Souza — um invasor com colete da DRACO e fuzil entrou pra “terminar um serviço”. Quem protege pacientes e profissionais quando o próprio espaço de cura vira alvo? 🧵

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Segundo registros, o paciente havia chegado à emergência ferido por cinco tiros, sem risco de morte imediato. A portaria pediu identificação e seguiu protocolos — e mesmo assim um atirador anunciou que entraria “de qualquer jeito”. Protocolos bastam em cenários assim?

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Dois homens deram cobertura do lado de fora com fuzis; quatro entraram pelo estacionamento. Como hospitais podem ser pontos de confronto armado? Quantos pacientes deixaram de ser atendidos enquanto equipes tentavam controlar o caos? Estamos normalizando isso?

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Em 2025, unidades de saúde no Estado tiveram atividades suspensas mais de 500 vezes por violência. O que esses números significam na prática — cirurgias adiadas, partos transferidos, consultas canceladas? Quem paga a conta da perda de continuidade do cuidado?

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Funcionários dizem que seguiram protocolos, mas ninguém fala só de procedimentos: e a saúde mental da equipe? E a sensação de insegurança de pacientes já vulneráveis? Segurança 'à custa' de terríveis traumas é solução ou sintoma de insuficiência do sistema?

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Um invasor usava colete da DRACO — identidade visual de autoridade sendo usada por criminosos. Como confiar em instituições quando suas insígnias podem ser falsificadas ou apropriadas? Não é hora de regras claras, fiscalização e proteção para espaços de saúde?

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Reflexão final: se hospitais deixam de ser refúgio e viram zonas de risco, perdemos algo central do direito à saúde. Queremos atendimento perigoso e intermitente ou políticas públicas que garantam segurança, financiamento e respeito aos trabalhadores e pacientes?

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