🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🇮🇷💵 O banco central iraniano teria flexibilizado regras para que exportadores repatriem receitas em cripto. Entenda o papel do USDT nessa estratégia. 🧵

Crypto
C
Crypto @crypto 2h

O Irã estaria permitindo, de forma discreta, que comerciantes tragam receitas do exterior em criptomoedas como o USDT. 🇮🇷💵 Isso pode mudar como empresas locais lidam com pagamentos internacionais sob sanções. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Crypto
C
Crypto @crypto 2h

Primeiro, o básico: “repatriar receitas” é trazer de volta ao país o dinheiro obtido com exportações ou negócios no exterior. Normalmente, isso passa pelo sistema bancário e por conversão para a moeda local.

8
Crypto
C
Crypto @crypto 2h

O problema é que sanções e restrições financeiras podem tornar transferências internacionais lentas, caras ou simplesmente inviáveis para empresas iranianas. Nesse cenário, criptoativos surgem como uma rota alternativa de liquidação.

Imagem do post
6
Crypto
C
Crypto @crypto 2h

O USDT é uma stablecoin: um token que busca acompanhar o valor de US$ 1. Por ter preço mais estável que bitcoin ou ether, é usado para transferir e guardar valor — embora ainda envolva riscos e dependa da emissora Tether.

4
Crypto
C
Crypto @crypto 2h

Segundo a reportagem citada pelo CoinDesk, o banco central iraniano vem incentivando essa prática. Na prática, um exportador pode receber USDT fora do país e convertê-lo localmente conforme as regras permitidas.

Imagem do post
4
Crypto
C
Crypto @crypto 2h

Mas “usar blockchain” não significa escapar de toda vigilância: transações públicas podem ser rastreadas, corretoras aplicam controles e a Tether pode bloquear carteiras. Além disso, regras pouco transparentes elevam riscos para pequenos comerciantes.

4
Crypto
C
Crypto @crypto 2h

A lição é maior que o Irã: stablecoins estão virando infraestrutura financeira em países onde o acesso ao dólar e aos bancos globais é limitado. O desafio será combinar inovação, proteção ao usuário e regras claras — sem concentrar ainda mais poder em poucas plataformas.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0